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Dúvidas

Todo texto precisa de revisão?

Sim, todo texto precisa passar por um revisor, desde textos curtíssimos, como slogans e chamadas jornalísticas, até textos longos, como romances e biografias. A verdade é que a leitura do autor do texto se torna viciada e, assim, ele não consegue detectar problemas, erros, incoerências que uma leitura especializada e atenta pode enxergar. OBS: Os textos das páginas deste site, inclusive, passaram por revisão especializada, embora tenham sido escritos por especialistas.

A equipe do TeXtifique escreve trabalhos acadêmicos?

Embora esteja claro na página sobre Consultoria Acadêmica, nunca é demais frisar: não escrevemos trabalhos que exigem pesquisa e escrita autoral, como é o caso de qualquer trabalho escolar e acadêmico, seja de graduação ou pós-graduação. O que fazemos é prestar consultorias e orientações em seu trabalho, de forma a sanar problemas e levantar questões de ordem conteudística e estrutural, no que se refere à (in)coerência, relevância social, formatação, adaptação às normas, profundidade, ineditismo, etc. Quando houver necessidade, também reformulamos o trabalho, mas sempre se apoiando no que o autor já pesquisou e escreveu. Assim, utilizamos informações que o próprio texto oferece para escrever informações faltantes ou adaptarmos o texto ao que se espera de um trabalho acadêmico.

Toda obra literária (ou não-literária) necessita de passar por uma leitura crítica para ser submetida às editoras?

Não, essa não é uma exigência das editoras. No entanto, é uma prática comum e bastante recomendada no mercado editorial. É preciso deixar claro que a leitura crítica não interfere na originalidade e estilo da obra e do autor. Ela apenas oferece soluções e alternativas para trechos, cenas, personagens, linguagens obscuras ou sem sentido. Ademais, essa leitura pode detectar o público da obra, algo em que talvez o autor nunca tenha parado para pensar. Não é exigência a leitura crítica, mas bastante recomendável.

Há algum problema ético na escrita de textos para outras pessoas?

Quando se trata de um texto em que não incide autoria (ou seja, que não necessariamente o escritor deve publicá-lo como autor) não há problema ético nenhum. Alguma vez você soube da autoria de bulas de remédio, slogans, e-mails de massa, guias turísticos, manuais, entre outros? Nesses casos específicos, o que importa é a mensagem a ser passada, a informação e o objetivo, e não a pesquisa empreendida, o autor ou o estilo do texto.

Toda e qualquer divulgação virtual (em blogs, sites, redes sociais em geral) é efetiva?

Não. Como qualquer outro tipo de divulgação, a realizada no mundo virtual deve levar em consideração alguns aspectos como público-alvo e linguagem utilizada. Um post para um blog de skate exige uma linguagem diferente da de um e-mail para a divulgação de um site de análise estatística, por exemplo. São dois públicos muito diferentes. Por outro lado, não se deve, de forma alguma, subestimar a importância desse tipo de divulgação. Se bem feita, criativa, com linguagem clara e direcionada para o público adequado, pode ser extremamente efetiva.

Tenho o sonho de escrever um livro sobre minha história e sobre a história da minha família, mas não sei por onde começar. Posso contratar um ghost-writer (escritor-fantasma)?

Sim, o escritor-fantasma pode, inclusive, nortear suas idéias e intenções a partir de um bom diálogo. Esse diálogo, claro, nem sempre pode ocorrer presencialmente. Em casos assim, o diálogo pode ocorrer por e-mail, telefone, Skype, etc. O importante é você deixar claro para o especialista sua vontade. O resto fica por conta dele e da interação entre vocês. E o resultado disso é algo especialíssimo e para toda eternidade: um livro.

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